Pregos de Cordel
Pregos de Cordel
Autor: Vários

Categoria: artigos
Data: 11 de Janeiro de 2022
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Pregos do Cordel: Treze ecos musicais para começar no ano.
Um presente para ti.
aCentral Folque põe a livre disposição o trabalho PREGOS DO CORDEL compilatório de diversa autoria que serve de reflexão atual da música popular galega. Consta de treze espaços de opinião elaborados para ser publicados no suplemento SERMOS do diário NÓS a quem agradecemos a iniciativa. Hoje passam a fazer parte do nosso blogue e dos conhecimentos libertados  na commons folque.
Prendem os seus pensamentos do cordel . . .
• XOAN-XIL LÓPEZ . Sobre o ruído como cultura e a arte de zoar.
• ALBA MARÍA. “A neno vai ser pra min” . Da boneca á regueifeira.
• OLGA NOGUEIRA. Artes na escoa ou a chorar a cangas!
• MERCEDES PRIETO. A re-volta do baile
• UGIA PEDREIRA. Cultura, aldeias e valores.
• NAPOLEÃO RIBEIRO. A gaita de fole desde Portugal
• JOSÉ LUÍS DO PICO ORJAIS. Cantar a Rosalia em quatro estâncias
• XAVIER GROBA. Arquivos que são cofres cheos de ecos musicais.
• DAVID FONTÁN . O tempo do baile
• JOSÉ LUÍS FORNEIRO. A literatura popular escrita, essa esquecida
• ANA MARÍA ALARCÓN JIMÉNEZ. Descarga ao Vivo. Unha experiência auditiva e coletiva.
• CRISTINA PATO. Entremedias: música e sociedade
• IVÁN VILELA. O miúdo da trama.
Uma doce evolução .
• A focagem dos artigos é plural tanto no conteúdo como na autoria. Muitos deles são lúcidas sinopses de trabalhos desenvoltos pola Folque ao longo destes 20 anos de atividade.
• Estas treze peças perfuram dentro das linguagens próprias da tradição popular para que estes sirvam de sustento nos projetos culturais que se impulsionam. Revolvem nas palavras, nos textos, nos contextos, nos esquecidos arquivos, nas irmandades culturais com outros paises e com outras formas de expressão cultural como pode ser o baile ou a escritura.

Os valores de uma cultura livre.
Valores que agromam desde uma aldeia que promove a conservação da biodiversidade seja esta natural, cultural, relacional ou sexual. É, desde este ponto de vista, a biodiversidade como sistema inmunitário do planeta, das culturas minorizadas, das minorias invisibilizadas, dos sonhos malvas. E a música. Por suposto a música como eixo, como nexo, como pretexto, como prazer e como acompanhamento.
Seguimos pois dando forma em consonância aos materiais postos para livre descarga no bolg. Uma porta aberta a explorar as possibilidades de um aceso mais horizontal aos conteúdos culturais e que se continuan a construir desde o coração d´aCentral Folque.